Custo alto com pistas ruins

Há prejuízos com o corte no orçamento público, o que vai elevar os gastos das transportadoras para manter os caminhões.

Por Domingos Zaparolli

A perspectiva de uma retomada das concessões de rodovias pelo governo federal é o único alento em um ano de notícias ruins para usuários e transportadores rodoviários. Diante do reduzido orçamento para obras públicas em 2015, empreiteras diminuem o ritmo de trabalho nos canteiros de obras, especialistas projetam uma queda na qualidade das rodovias, enquanto transportadoras calculam o impacto sobre seus custos operacionais. Como diz o professor Paulo Resende, coordenador do núcleo de logiística e infraestrutura  da Fundação Dom Cabral, “a situação das estradas é preocupante, vai pioras, e trará uma perda ainda maior de competitiviade à economia brasileira”.

Em 2014, o governo federal autorizou investimentos de R$ 12 bilhões para obras rodoviarias. Segundo a Confederação Nacional do Transporte (CNT), foram efetivamente pagos R$ 9,05 bilhões, dos quais R$ 6,11 bilhões referentes a obras contratadas em anos anteriores, inscritas como resto a pagar, e só R$ 2,93 bilhões do orçamento do ano. Bruno Batista, diretor-executivo da CNT, diz que historicamente o Ministério do Transportes não cumpre o orçamento autorizado. No período entre 2003 e 2013, deixou de investir em média 40% do que o governo se comprometeu a aplicar.

Para ler o artigo completo clique no link abaixo:

http://aei.org.br/custo-alto-com-pistas-ruins/

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